sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A VOZ DO DEMÔNIO


Olá, ovelhinhas do Senhor, como estão? Saudáveis? Contentes? Hum... Eu estou em Curitiba, para a primeira prova do ano, desejem-me sorte. Aqui está o segundo capítulo dessa história ainda sem nome e eu sei, ficou curtinho, mas prometo recopensá-los no próximo, quando eu tiver mais tempo e tal. Críticas, sugestões, elogios, ovos, tomates, qualquer coisa é válida e (PELOAMORDEEUS) comentem AQUI! Era só, fiquem em paz.


Capítulo 2

A voz do demônio

A fragrância de mofo chegava até as suas narinas, tinha dúvidas se estava de olhos abertos, já que experimentava apenas a escuridão. Era uma sala sem janelas, o ar mal circulava. O rapaz mantinha as costas apoiadas na parede, as pernas dormentes, a cabeça ainda latejando, suspirou fraco. Não tinha idéia por quanto tempo ali estava, tanto que seus pensamentos pareciam ter evaporado. Sonhos, memórias, medos, nada, apenas o vazio, a solidão. A imagem nublada, o constante abrir e cerrar das pálpebras. Aos poucos pôde observar que uma fraca luz se formava no centro do lugar, ignorou-a num primeiro instante, sentiu algo úmido na camisa velha que vestia. Levou dois dedos na direção dos olhos, algumas lágrimas rolavam sem permissão, um ato sobre o qual não tinha controle, elas caíam sem motivo aparente e isso talvez tivesse o ajudado a limpar a vista.

Agora a luz se fazia mais presente deixando-o perceber a mesa que ali estava. Não era nada de mais, apenas uma mesa quadrada, acinzentada, um móvel comum, o que realmente lhe chamou a atenção foi o objeto que sobre ela jazia. Não distinguiu àquela distância, precisava erguer-se, caminhar, forçar os músculos por mais que estivessem nas piores condições. Baixou o olhar e analisou as mãos, parecia inteiro, sinal de que permanecia com vida. Num esforço sobrenatural ficou em pé apoiando-se com uma das mãos na parede escura, deu o primeiro passo, mas uma sombria voz interrompeu o ato.

“Dói não é? Você não consegue carregar esse peso, sua alma está cansada, sua consciência suja, não consegue esquecer, está marcado, e o seu coração sangra... Não é verdade?”.

Mesmo sem poder aguentar o peso das pernas, girou dando pequenos passos de costas ficando de frente para a mureta, a velocidade que o seu pulso tomava começava a lhe assustar.

- Quem é? Quem está aí?

Uma risada inundou o sítio, e pequenas faíscas saltaram do fino rabicho ligado à lâmpada, dando retorno à escuridão. Murmúrios em uma língua estranha chegaram aos seus ouvidos causando-lhe mais pavor, mais uma vez a sensação de ter o calor roubado, quem quer que fosse divertia-se com a situação, pois seu tom de voz aumentava a cada instante. Um som rouco e grave carregado de ironia.

“Não tem importância saber quem sou, melhor, devia se perguntar quem é você”. Começou debochado. “Posso acabar com seu sofrimento, sua pena, oh sim! Posso o fazer grande, um líder, um herói! Diga, apenas diga as palavras certas e eu o aceitarei, diga... Ícaro!”.

Abriu os olhos, apavorado, sentando-se no tapete umedecido pelo suor estável, aos poucos controlou a respiração, apoiando os braços nos joelhos, escondendo a face aterrorizada. Atordoado, o rapaz virou-se para o relógio ainda tentando assimilar o que estava acontecendo. Seus pesadelos tornavam-se mais frequentes, tomando forma, enviando-lhes mensagens cada vez mais enigmáticas. Era certo, não era real, a dor, a voz, apenas sua imaginação, estava crente disso, era a sua loucura aflorando.

Ficou ali por uns dez minutos até o cuco anunciar quatro horas. Sentia-se fraco e outra vez a sensação de ser observado, mas apenas o silêncio lhe fazia companhia. Tombou a cabeça na pequena poltrona no mesmo momento em que o velho gato voltou a se manifestar.

“Miau”.

O moreno girou o olhar até aquela direção para dar de cara com os olhos ferozes do felino negro.

- Ah... É você – soltou sem se importar. – Não estou com vontade de brincar agora, deixe-me em paz. – Midgar nem se moveu, continuou inerte ronronando ainda mais.

“Miau”.

Nicholas selou os olhos com raiva e com sua mesma expressão irritada manifestou-se libertando a fúria que se mantinha adormecida desde o início da manhã.

- GATO IDIOTA! SERÁ QUE NÃO PERCEBE QUE NÃO ESTOU NEM AÍ PRA VOCÊ!? – gritou com todo pulmão.

Encararam-se por mais alguns instantes até o bichano se pôr em quatro patas e voltar para a cozinha deixando o seu dono estupefato. Ele não mencionou palavra alguma, apenas voltou a se sentar suspirando com pesar.

“Droga!”. Pensou. Agora discutia energicamente com gatos, tudo indicava que estava ficando pirado. Primeiro Hana, agora isso, qual seria o próximo passo? Brigar com velhinhas na rua? Não entendia mais nada, essa era a verdade. Estirou-se sobre o estofado e ficou mirando um ponto qualquer no teto, já que não conhecia maneira melhor de se distrair, faltava pouco para adormecer em razão do tédio quando o telefone começou a tocar. Três bipes, o tempo necessário para a secretária eletrônica exercer sua função.

“Oi! Alô... Nicolas... Sou eu... Miguel... Bem... Eu só queria avisar que a sua encomenda chegou e pode vir buscá-la se assim desejar, ou então... eu a levo até aí... bom... de qualquer forma... Se decidir vir buscar eu estarei naquele bar em frente à catedral a partir das sete, não terá dificuldade em me encontrar... Era só isso mesmo, nos falamos... Eu... Preciso ir agora, estão me chamando na sacristia, até breve meu irmão, que Nosso Senhor esteja contigo bip.”

“Você tem uma nova mensagem”.

Não que tivesse prestado atenção no recado, mas pelo menos era alguma coisa para se fazer, foi o que pensou o moreno. Levantou-se e sem fazer nada além de buscar suas chaves e o casaco negro saiu.

*****

- Ele desmaiou, nós o levamos para um quarto de hotel, já não se lembrará de nada até amanhã, mestre.

O semblante do rapaz não era o dos melhores. Os olhos brilhantes, rosto pálido, voz estremecida. Encontrava-se de frente para uma enorme mesa, a sala iluminada pelos raios de Sol que a penetravam através das enormes vidraças do prédio. Entre os dois a cadeira forrada pelo couro negro onde aquela criatura misteriosa mantinha-se séria, de costas para o serviçal.

- O doutor disse alguma coisa, Katawari? – perguntou calmo ainda que sua voz fosse áspera.

O homem que permanecia em posição de sentido gelou ainda mais com a pergunta.

- Na... Não, mestre... Ele apenas pôs uma arma sobre minha testa... He... Creio que tinha intenção de me matar. - riu nervoso.

O “mestre” largou um leve sorriso no canto da boca.

- Matar... – proferiu. – Diga-me, Katawari... – começou para desespero do outro que começava a engolir seco. – Alguma vez se defrontou, eu digo, realmente, com a morte?

Era uma pergunta simples, de uma resposta simples, não havia motivos para estremecer como estava fazendo. Contudo, o mestre já não utilizava de escárnio em sua fala, agora ela era regada de serenidade e certa tristeza. O jovem chegou a perceber o quão frio tornava-se aquele recinto.

- Jamais entenderemos o significado de vida ou morte, por mais que a resposta esteja diante de nossos olhos. Somos seres imperfeitos incapazes de tal compreensão. A felicidade pode estar logo adiante, ao nosso lado, porém nunca estamos satisfeitos, algo falta. Maldita ambição que faz nos perdermos num mar de fúria, solidão e egoísmo. Aos poucos perdemos o pouco que conquistamos, nos defrontamos com um abismo infinito, seu coração se enche de trevas, já não existe o certo e o errado, você esquece os seus princípios, esquece o que é felicidade, então ela surge. Como uma proposta de um novo mundo, uma nova vida, seduz-lhe, a morte, suas mãos se mancham de sangue, você só pensa em destruir, todos ao seu redor são pecadores, não há um ser perfeito, mas você está cego, não percebe seus próprios atos, não vê que é a própria imperfeição...

Nunca. Vez alguma ouvira seu superior falar daquela maneira tão aberta como se estivesse contando um segredo ao melhor amigo. Seu discurso havia lhe capturado toda a atenção. Suas duras palavras, a maneira como descrevia o que era estar diante da morte e não perceber nenhuma luz no final do túnel ou fogo ardente dos caldeirões do inferno. Apenas a leve sensação do vago e o isolamento, um mero nada em pleno deserto. Katawari se encontrava estático a cada nova frase pronunciada. Sentia as pernas amolecerem, não queria ouvir, no final acabaria por descobrir que aquela criatura misteriosa não passava de alguém com boas intenções por mais que se mostrassem cruéis.

-... e você acorda e vê que é apenas um grão de areia perdido nesse imenso deserto. Seco, solitário, só uma mísera parte de um grande todo... No fim se deseja estar morto para não participar desta carnificina, nos enganamos ao achar que somos meros coadjuvantes. – Terminou por dizer lentamente.

Levantou-se ainda de costas para o outro. De maneira tranquila retomou a postura altiva.

- Faça uma visita à neta do doutor, Katawari. Já chegou a hora de “brincar”. – disse com deboche.

Outra vez o espanto tomou conta de seu corpo, porém, sem protestar fez uma breve reverência para em seguida deixar o escritório. O homem continuou em pé com o cabelo cobrindo-lhe os olhos; mirava um ponto qualquer a sua frente esperando seu outro “convidado” se pronunciar.

- Até quando pretende manter esse fantoche, Magdalena?

Era uma voz arrastada que se escondia nas sombras daquele lugar. Movimentou-se até o ponto em que os pés descalços, com as unhas mal cuidadas, se mostravam na claridade. Devia ter um pouco mais de um metro e setenta de altura, seus olhos, pouco dilatados, eram de um âmbar raro e os cabelos rebeldes davam-lhe um aspecto vagabundo. Escorreu-se à parede cruzando os braços de maneira que demonstrasse seu enfado, aguardava uma resposta coerente.

- Não fale assim de meu hospedeiro, Rafael.

A voz veio da direção da grande cadeira, o homem a virou de modo que ficasse de frente para seu convidado. Um grande felino branco ficou à vista. Os olhos verdes, o pêlo brilhante. Balançava o rabo de um lado para o outro, e em sua pequena boca os caninos formavam um sorriso.

- Percebe o tamanho da estupidez que comete dessa maneira? Se expondo assim, selando pactos com a escória. Já esqueceu dos velhos tempos? – repreendeu-a o recém chegado.

- Deveria parar de ouvir as minhas conversas, ainda que nessa forma mereço o mínimo de privacidade. – respondeu ignorando por completo o comentário.

- Privacidade? – ergueu uma sobrancelha. – E quanto a esse aí? – apontou sinalizando o homem que permanecia quieto durante a pequena discussão.

- Tenho nome meu caro, sou Lucius, e lady Magdalena foi procurada por minha pessoa. Tenho grande interesse em vossa raça. – apresentou-se cordialmente.

- Sim claro. Aqueles malditos padres da Santa Inquisição também tinham e veja como acabamos, viramos uns ratos que se escondem nos esgotos dessa imunda cidade.

Lucius não respondeu ao comentário, tinha plena consciência dos danos que aquele ser havia sofrido, quem o visse poderia muito bem tachá-lo de grande doido que prega a vinda do apocalipse.

- Não seja tão rude, todos sabemos quem é o culpado dessa nossa situação. Ele, a verdadeira causa de tudo que aconteceu em nossas vidas.

Ele. Os olhos de Rafael afilaram-se ainda mais, seus dentes rangeram. Das mãos surgiram garras com as quais acertou a parede com grande ferocidade. O felino apenas observou indiferente, enquanto o outro indivíduo analisava a cena, espantado. Não tinha idéia de quem seria “Ele”, sua mestra jamais havia mencionado seu nome ou importância. Era uma incógnita. Por outro lado, Rafael tentava conter a raiva que há muito tinha sido contida. Lutava contra sua real natureza.

- Mal...dito... Maldito! Aquele desgraçado é tudo culpa dele... – grunhia com esforço.

A situação já começava a preocupar, se aquilo continuasse os seguranças entrariam e não haveriam palavras para explicar a situação..

- Senhora...

- Deixe-o, isso sempre acontece. O pequeno Rafael é muito sensível. Pode não parecer, mas sofremos muito em razão de nosso passado.

O servo continuou a mirar as ações do ser. Agora ele se apoiava com as garras na parede, mantinha a cabeça baixa emitindo leves urros.

- Logo chegará à hora do acerto de contas... – disse friamente Magdalena. – Lucius, faça o que mandei, não há mais tempo a perder.

- Sim, senhora.

Fez uma breve reverência e saiu da sala, não sem antes dar uma última olhada no estado deplorável de Rafael. Aonde chegariam com aquele plano?

*****

A cidade de onde faço esse relato já foi conhecida por sua grande industrialização, entretanto, agora, a violência virou seu cartão de visitas. Assassinatos não eram nenhuma novidade. Quando a noite caía suas ruas viravam grandes cenários de faroeste, apenas o som do vento era audível, muitas vezes brigas de casais eram ouvidas dos pequenos apartamentos, contudo, eram poucos os que se arriscavam a sair de seus lares. O Bairro de Nicholas não era uma exceção, pelo contrário, era conhecido pelo apelido de proibido. Boa parte da população era composta por traficantes, drogados, ex-presidiários, prostitutas e, principalmente, mafiosos. Vladmir Nikolois era o nome do chefe local, sua especialidade, pílulas antidepressivas, não que fossem meros comprimidos, seu efeito era mais poderoso do que “balas” de LSD. Segundo ele, seu usuário tinha a sensação de prazer triplicada sem grandes danos, obviamente seu grande público alvo vinha de classes superiores, Nicholas era responsável pela distribuição da droga dentro e fora desses domínios, uma tarefa deveras arriscada.

Pouco passava das quatro horas quando havia saído de casa, sem transporte o caminho era longo até o centro da cidade. Percebia os olhares dos capangas de Nikolois, vigiavam-lhe de perto, como abutres em busca de carniça. Não se abalou quanto a isso, já tinha se acostumado. Tratou de pôr as mãos dentro dos bolsos em busca de calor para suas mãos, o frio parecia lhe corroer a carne. Vagou sem rumo por um tempo, ainda era cedo. Observou o relógio, nem uma hora tinha se passado, o que faria até chegar à estação? De relance percebeu os dois que insistiam em segui-lo, acaso esperavam que se encontrasse com o chefe de departamento de narcóticos? Sentou-se numa das muretas que fazia divisa entre dois bairros e puxou um cigarro. Não gostava daquilo, mas o nervosismo lhe consumia. Deu uma pequena tragada e observou os pássaros que se arriscavam a voar, sentiu inveja, de certa forma eram livres, ele não, há muito tinha vendido a alma ao demônio.

Poderia sentir pena de si, mas não conseguia, indiretamente era culpado de tudo o que lhe acontecia. Desde a morte de sua mãe ao abandono do pai. Seu pai, como estaria agora... Quem sabe melhor que ele próprio. O moreno tinha a certeza de ser amaldiçoado o que quer que tocasse transformava-se em cinzas; algo que já não conseguia suportar. Uma segunda tragada e então ouviu passos na sua direção, seus olhos se fecharam em aborrecimento, aquilo não estava nada bem.

- Ei, Lóng! O chefe quer vê-lo. – disse um dos homens, pela sua entonação encontrava-se amolado.

Nicholas o ignorou irritando mais o homem, soltou o toco em suas mãos e levantou-se ainda com uma das mãos no bolso do sobretudo negro.

- Diga a ele que estou ocupado, mais tarde irei vê-lo. – respondeu calmo.

Os capangas entreolharam-se raivosos, mas um deles ainda comentou com ironia.

- Ora, Lóng, você é o servo mais obediente do senhor Nikolois, não gostaria de imaginar o que ele diria ou faria se você recusasse uma ordem direta.

O rapaz manteve os olhos cerrados, franzindo-os levemente, baixou a cabeça e deu as costas aos dois sem temer as consequências.

- Seja lá o que for não estou interessado agora. – finalizou com arrogância para começar a caminhar.

Existia apenas uma regra nesse submundo, se você atravessasse a fronteira entre uma zona e outra estaria protegido de qualquer ação ,do lado contrário, talvez esse fosse seu grande trunfo naquele momento, pois inconscientemente seus pés passaram por aquela linha imaginária dando-lhe um certo alívio.

- Não nos dê as costas, pirralho. – ameaçou o primeiro sacando a arma de dentro da sua jaqueta.

- Pare aí mesmo! – exclamou virando-se com olhos acesos. – Já não estou mais em seus domínios, sendo assim nada pode fazer, se quiser acertar as contas estarei de volta em menos de 12 horas, até lá contenha esse seu ego estúpido.

- Ora seu...

- Kira! Ele está certo, se o fizer o senhor Nikolois terá problemas com Jin-o. – interveio o outro que até agora se mantinha calado.

- Ouça o seu amigo, não vai querer ferrar o seu patrão. – sorriu provocativo.

- Fedelho, não sabe com quem se meteu... – rosnou enquanto baixava o revólver. – Nos vemos mais tarde. – finalizou lhe dando as costas.

- Até, querida Mercedes. – acenou ainda os provocando.

O segundo permaneceu o encarando inexpressivamente.

- O que foi? Perdeu algo na minha cara?

- Tenho pena de você, garoto, só isso. – respondeu também partindo em seguida.

O sorriso desapareceu, dando lugar a expressão vazia. Pena, outra vez ouvia essa palavra, a única que não queria ouvir, a única de que já não era digno. Sorriu com o canto dos lábios e dessa vez foi embora, sem olhar para trás.


4 comentários:

Unknown disse...

meww "qualquer coisa é válida e (PELOAMORDEEUS) comentem AQUI!" ahahah q necessidade eh essa?

ehh a história agora está c desenvolvendo, chega de descrições neh? e vamos para a ação >D

só não entendo pq tem tantos gatos >D!! alguma raça q vai dominar o mundo?

só uma coisa.. volto a repetir q ñ gosto do ambiente dah historia... faz o cara dormir e viver em outro lugar hSUAIHSAUIHSAUIHiuh

CLARO BOA SORTE AMANHÃ
vai passar em tds e poder escolher
=****

Zero disse...

uma idéia...


poste um paragrafo por dia.

eu não consegui ler, e vai demorar pra eu ler =/


as pessoas gostam de ler tudo, então se tu postar em menores quantidades, mas maior frequencia, + pessoas lerão.

=)

Eduardo disse...

Ei! O começo realmente ficou muito carregado de descrições...

Outra coisa: muitas situações paralelas num capítulo só. UuuhahHUu.

Tá ficando bom Tuka, continue o/
Tô gostando :D

ps: Não falei que leria? XD

Unknown disse...

é...muitas situações apralelas num capítulo só, e eu confesso que fiquei perdido nos personagens T.T

Mas no mais tá muito bom, tá instigante....e tu tem um jeito de escrever que é su-pim-pa, já te disse isso. Tu consegue descrever as coisas mucho bien =D